sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Reconhecimento


Era inevitável. Não havia como contornar uma situação como esta. A equipa simplesmente não foi capaz de por em campo nem um pouco do futebol a que nos tinha habituado. Não que alguma vez tenha deslumbrado em anos anteriores, mas havia fio de jogo e, de vez em quando, um jogo do outro mundo, como o Sporting-Benfica para a taça de Portugal que acabou 5-3! Pessoalmente não encontro explicação para termos chegado a jogar tão mau futebol. Mesmo não abdicando do bendito losango, tinhamos, têm obrigação de mostrar mais futebol.

Fui e mantenho-me admirador do Paulo Bento. Pelo que deu ao Sporting numa altura em que nunca houve dinheiro para investir na equipa, pela sua seriedade, profissionalismo, entrega. Por ser como vi poucos serem como figura pública. E se nos restringirmos ao universo futebolistico, mais ainda. Esteve sempre na linha da frente na defesa da equipa, muitas vezes a defender o clube em frentes de batalha que nunca deveriam ser suas.

A minha homenagem sentida, em meu nome e em nome do meu Sporting. Sim, eu posso falar em nome do clube, porque para além de ser sócio à 31 anos fui SEMPRE ao estádio. Nos bons e nos maus momentos.

A maior sorte do mundo, Paulo.

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