Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguem tem razão.
No final, uma sintonia doentia. Ambas as equipas se queixaram da arbitragem.
Nada de novo.
Afinal, todos são beneficiados e todos são prejudicados.
Mas até foi um bom jogo de futebol, bem jogado, onde os jogadores se aplicaram e mostraram porque são as melhores equipas do futebol português dos ultimos anos.
Casa roubada, trancas na porta.
Dizem uns que mete nojo, que somos simpáticos, demasiado simpáticos, e que o Porto venceu à Porto, ou seja com Paixão. Hoje tudo se revolta, amanha temos o nosso treinador castigado. Amanha não, talvez daqui por uns meses, na véspera de um ciclo importante.
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte.
Quatro supostos lances de grande penalidade não assinalados, cartões a granel que não revelam a dureza e verdadeira intensidade do encontro. Afinal, todos se queixam, mas uma parte queixa-se menos.
A culpa morreu solteira.
No próximo fim de semana, até pode ficar na "jarra" o Paixão. Mas a verdade é que é um árbitro internacional. Temos que viver com ele.
A desgraça não marca encontro.
Quantos mais jogos vai apitar este senhor do Sporting este ano. Se não estou em erro, foi este senhor que andou ameaçado pelo Porto numa distante deslocação a Campomaior, onde se falou muito de "intensidade".
A justiça tarda mas não falha.
Aqui termino, com este provérbio que prova que a sabedoria popular de nada vale. Pois a justiça tarda e constantemente falha.
Bem aja aos que continuam a ter paciência para ir ao futebol ao domingo às 21h, abandonar as familias, gastar uns euros em imperiais e bifanas e ir para casa ao frio com uma revolta do tamanho da Ponte Vasco da Gama.
Até para a semana, com o Leixões.
Um abraço, saudações leoninas.
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