segunda-feira, 28 de julho de 2008

Com Bento, ganhar ao Benfica não é um hábito, é um sistema.

Apesar de ter sido um jogo típico de pré-época, com poucas ocasiões de golo e muita confusão pela disputa de bola, é evidente que a nossa equipa está e continua com mais qualidade que o eterno rival.

A comunicação social afirma que o Sporting jogou com um conjunto que se aproxima do onze base e o Benfica ainda longe dessa realidade, o que é uma barbaridade. Ora vejamos, ontem jogamos sem Moutinho, Veloso, Liedson e Patrício. Romagnoli, pelo jogo que fez, arrisco em acrescentar também à lista de possíveis titulares, o ausente Vuckecevic. Ou seja, jogamos sem cinco jogadores importantes na manobra da equipa. O nosso rival, sem Petit, Nuno Gomes (?), Di Maria, Cardoso e David Luis. Destes, talvez 3 sejam titulares indiscutíveis no plantel das águias.

E a história repete-se. Djaló a marcar e a dar para marcar, Derlei a facturar e a retribuir. O meio campo a dar frutos, a pressionar bem, a recuperar jogo. Falta ainda calma, colocar a bola no relvado e conseguir progredir terreno até à baliza. Criamos muito poucas ocasiões de golo.

Enalteço a capacidade táctica de Izmailov, que, curiosamente é um jogador rato. Entra em jogo, esconde-se do jogo, mas tem a virtude de aparecer nos momentos chave, a recuperar, a criar e a oferecer jogo para a equipa. Sem dúvida um jogador a ter muito em conta neste plantel.

Em suma, gostei do que vi, começa a desenhar-se uma equipa. Ou duas. Temos finalmente soluções para gerir bem o plantel. Assim tenho esperança de um bom desempenho na liga dos campeões e na liga nacional.

Para a semana em Alvalade, lá estarei para começar mais uma época.

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